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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O LUXEMBURGO DO CACAU

BADU E O SEU MAIOR ÍDOLO DO MUNDO DO FUTEBOL, WANDERLEY LUXEMBURGO, ENCONTRO MARCADO QUANDO O TREINADOR DO VERDÃO PAULISTA VEIO A SALVADOR ENFRENTAR O VITÓRIA DIA 30/11/2008 PELO BRASILEIRÃO. O torcedor mais conhecido do Itabuna é Helibaldo Menezes, 50 anos, sergipano de Itabaiana chegou a Itabuna por volta de 1988. Ele tem dois apelidos. O primeiro é "Badu", que ele usava em seus tempos de jogador (no fim da década de 80 foi ponta-esquerda do Itabuna, e depois trabalhou técnico das divisões de base). JOGO DAS ESTRELAS ITABUNA 2007, DENIS MARQUES/ALTLETICO-PR, ALEX UM TORCEDOR, ALAN BAHIA ITABUNENSE RADICADO NO ATLETICO/PR, BADU E LEILTON RADICADO NO FUTEBOL CRÓATA.O segundo é "Luxemburgo". Ou "Luxemburgo do Cacau", como ele prefere.É que, desde 1994, quando viu o atual técnico do Palmeiras de terno, decidiu que aquele seria seu estilo como treinador. Hoje é apenas um torcedor, mas, mesmo que faça um calor de 45 graus, Badu será encontrado nas arquibancadas com um dos vinte ternos que ganhou dos amigos.
ITABUNA ESPORTE CLUBE - 2006 BADU DIRETOR DE FUTEBOL"Não tiro o terno por nada. Que nem o Luxemburgo."Testo sua admiração e digo: "Tem gente que diz que ele não é muito honesto.""Tudo mentira, não tem nada disso", ele fala com certeza absoluta. BADU COM O PREPARADOR FÍSICO DO VERDÃO, ANTONIO CARLOS DA SILVA MELO.A mímese de Badu não pára no paletó e na gravata. Ele usa um anel como o de Luxemburgo, óculos como os de Luxemburgo, perfume Azarro como Luxemburgo e um relógio dourado como o de Luxemburgo:
Dourado, mas não de ouro.
"É um Rolex?", pergunto."Não, não.
""Um Enrolex?""
É, né...", ele diz com um sorriso esperto.
PAPO DE BOLA, SUA FOLHA SEMANAL DE ESPORTES ON-LINE

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Saída à francesa

PAPO DE BOLA, SUA FOLHA SEMANAL DE ESPORTES ON-LINE Caio Jr. sai pelos fundos e recebe apoio de jogadores: 'Crucificá-lo é injustiça' Bruno e Fábio Luciano defendem o treinador do Fla de linchamento público

O asterisco na planilha de treinos do Flamengo indicava que quarta-feira seria o dia da entrevista coletiva do técnico Caio Júnior. Porém, pressionado pelas notícias de que torcedores foram à Gávea pedir sua saída imediata, ele pediu desculpas, via assessoria de imprensa, e deixou o clube pela porta dos fundos. Sem o comandante, coube aos dois principais líderes do grupo darem explicações. O primeiro foi Fábio Luciano. Em discurso ameno, defendeu Caio e preferiu esperar até o fim do Brasileiro para se posicionar sobre a troca de comando técnico.

Saiba mais detalhes sobre o Flamengo em Campeonatos Brasileiros na futpédia - Se for opção dele deixar o clube ou da diretoria, a gente vai entender e torcer para que se dê bem para onde for. Desde o início ele teve o apoio do grupo e esperamos que ele fique - diz o zagueiro Fábio Luciano. Depois veio Bruno. Bem mais contundente, o goleiro levantou a voz e fez o papel de defesa do comandante. - Crucificá-lo é uma injustiça. Ele não entra em campo, não pode fazer gol e trabalha 24h para as coisas darem certo. Temos de agradecê-lo pelo trabalho que fez, sempre deixando nosso time entre os cinco e com chance de disputar o título. Ele está se preservando e não tem por que falar. O grande defeito do Caio é ser bom demais - afirma o camisa 1. Em quinto lugar na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, o Flamengo enfrenta o Atlético-PR, em Curitiba.