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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Diário Argentino Olé

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El que Río último...Ganaba 2-1, iba por más, pero Migliore puso flojas las manos y el Fluminense le empató. En Brasil la tendrá brava, pero a Boca nunca hay que darlo por muerto.

CORRE GALERA

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Restam 12 mil ingressos para jogo decisivo entre Fluminense x Boca Juniors
Torcida tricolor esgota cadeiras azuis e arquibancadas verde e amarela em apenas seis horas de vendas

O empate em 2 a 2 com o Boca Juniors, na Argentina, quarta-feira, deixou a torcida tricolor mais do que entusiasmada para a partida de volta da semifinal da Libertadores, na próxima quarta, às 21h50m, no Maracanã. Em pouco mais de cinco horas, os tricolores já esgotaram todos os ingressos de arquibancada verde e amarela e cadeira azul para a partida. Faltam 12 mil bilhetes.

As vendas, que aconteceram entre às 11h e 17h desta quinta-feira, continuam nesta sexta-feira e restam apenas lugares na arquibancada branca e nas cadeiras azuis. Inicialmente 70 mil ingressos foram colocados à venda, mas esta carga pode aumentar.Os ingressos estão sendo vendidos na sede do clube, nas Laranjeiras, onde se concentrou o maior número de torcedores nesta quinta, além da bilheteria 8 do Maracanã. A Terra Encantada e a Gávea não estarão mais disponíveis, em virtude do início das vendas para o Fla-Flu e da não abertura do parque temático.

CONFIRA OS PREÇOS
Cadeira especial
R$ 150 (R$ 75 a meia)
Arquibancada branca
R$ 50 (R$ 25 a meia)

ALÔ GALERA DO FLUZÃO

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Riquelme e Battaglia sentem dores e são dúvidas para a partida de voltaJogadores do Boca farão tratamento intensivo até a próxima quarta-feira
O empate fora de casa contra o Boca Juniors encheu de confiança a torcida do Fluminense para o jogo de volta da semifinal da Libertadores, na próxima quarta-feira, no Maracanã. Porém, se os tricolores já tenham motivos para comemorar, uma notícia das rádios locais promete aumentar ainda mais a euforia do clube. O astro do Boca, Riquelme, e o volante Battaglia, um dos principais jogadores do time, sentiram dores após a primeira partida e são dúvidas para quarta-feira. Riquelme sentiu dores na coxa direita e há a suspeita que o jogador possa ter uma contratura no local. O meia passará a semana toda fazendo tratamento intensivo para poder estar em campo contra o Flu, na quarta-feira. O caso de Battaglia é um pouco pior. O jogador sentiu uma fisgada, também na coxa direita, e o departamento médico do clube suspeita de um estiramento muscular. Os dois atletas serão avaliados para saber exatamente o grau de suas lesões. O artilheiro Palermo já manifestou preocupação com a situação de seus dois companheiros. - Vamos torcer muito para que eles se recuperem. O Fluminense não é o Atlas – afirma, em entrevista a uma rádio local, fazendo referência à vitória do Boca, fora de casa, contra o time mexicano, nas quartas-de-final da Libertadores.

terça-feira, 27 de maio de 2008

FLUMINENSE

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Ygor desfalca o Flu contra o Boca
Volante machucou a perna esquerda no treino de segunda-feira e dor não cessou durante a noite
O volante Ygor sentiu uma fisgada na panturrilha esquerda no treino de segunda-feira e não terá condições de entrar em campo contra o Boca Juniors, nesta quarta-feira, pela semifinal da Taça Libertadores. A comissão técnica esperou até a tarde desta terça para saber se o jogador teria condições de jogo, mas Ygor mal conseguiu calçar as chuteiras e sequer foi ao gramado para o treinamento. Para o lugar de Ygor, Renato Gaúcho estuda a possibilidade de escalar o zagueiro Roger, o volante Fabinho ou Maurício. Quem entrar terá a missão de dividir com Arouca a marcação de Riquelme, já que o técnico já tinha decidido deixar Dodô no banco para montar o time no esquema 3-6-1.

Assim, o substituto de Ygor vai formar a zaga com Thiago Silva e Luiz Alberto. Cícero e Arouca ficarão na cabeça-de-área, enquanto Conca e Thiago Neves vão ser responsáveis por municiar o atacante Washington. O GLOBOESPORTE.COM acompanha a partida entre Fluminense e Boca Juniors em Tempo Real, nesta quarta-feira, a partir de 21h50m.

O PÓ DE ARROZ E O FLUMINENSE. Click Aqui.

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Em 1984, Fluminense é o campeão brasileiro Click Aqui.

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segunda-feira, 26 de maio de 2008

Raio-X de Fluminense x Boca Juniors Click Aqui.

Veja a comparação, jogador por jogador, entre as duas equipes

FLUMINENSE

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Em Buenos Aires, esquecer o São Paulo é uma obrigação
Comissão técnica lembra que euforia pela vitória da última quarta-feira é passado para o time na Taça Libertadores
A vitória sobre o São Paulo nas quartas-de-final da Libertadores foi bonita, épica e emocionante. Todos esses adjetivos cabem muito bem para classificá-la, mas existe um que está banido do dicionário tricolor: inesquecível. O torcedor pode – e certamente vai – se lembrar para sempre daquela vitória, mas a ordem dada pelo preparador Fábio Mahseredjian, um dos xerifões da comissão técnica do Fluminense é esquecer aquela partida. - Desde sábado que tenho falado isso com eles. Ganhamos? Sim. Foi bonito? Foi. Mas já passou. Temos outra parada duríssima pela frente e precisamos estar totalmente concentrados para conseguir a classificação – diz Mahseredjian. O técnico Renato Gaúcho ratificou a idéia do preparador físico, que em toda preleção costuma motivar os jogadores com palavras de incentivo. - Estamos fazendo história. Cada jogo que passa é o mais importante da história do Fluminense, da minha como treinador e de cada jogador. E para fazer história é preciso empenho, luta e dedicação.

BOCA JUNIORS

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Riquelme respeita o Fluminense, mas vê Boca Juniors perto da final
Mesmo sem a Bombonera, craque acha que torcida poderá fazer diferença
Principal nome do Boca Juniors na conquista da última Libertadores, o meia Riquelme acredita que o clube está bem perto de disputar mais uma final do torneio. Porém, o camisa 10 diz esperar dificuldades contra o Fluminense, rival da semifinal.
Um dos motivos para a confiança de Riquelme é a torcida do Boca, mesmo sem a Bombonera. Punido pela Conmebol, o clube terá que mandar a partida desta quarta-feira no estádio do Racing.
- Estamos muito perto de jogar outra final. O Fluminense joga bem e sério. Será complicado na quarta-feira, mas sei que a torcida vai cantar os 90 minutos - diz, em entrevista ao canal TyC Sports.
Apesar de o Boca ser considerado o "bicho papão" da Libertadores, para Riquelme o time não é tão favorito assim neste ano:
- Temos uma maneira de jogar e confiamos nela. Não acredito que os outros clubes tenham medo de nós.
Além do Fluminense, o camisa 10 está de olho em outro confronto Brasil x Argentina: dia 18 de junho, pelas eliminatórias, as seleções se enfrentam no Mineirão.
- Vai ser um grande jogo, com grandes jogadores. Seria lindo ganhar na casa deles. Vamos para vencer - conclui.

FUTEBOL INTERNACIONAL

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O jogo da vida de Darío Conca
Cria do River Plate, apoiador quer mostrar contra o Boca Juniors que tem vaga na seleção argentina
O jogo contra o Boca Juniors está sendo tratado pela delegação tricolor como o mais importante da história do Fluminense, que pela primeira vez enfrentará o maior time da Argentina numa partida oficial, na semifinal da Libertadores. Mas, se para o Flu o jogo é especialíssimo, para Darío Conca é ainda mais. O meia, que tem sido o destaque do time nas últimas partidas, é nascido em Buenos Aires, criado nas divisões de base do River Plate, maior rival do Boca, e apesar de encantar muitos brasileiros com seu futebol rápido e habilidoso, nunca é lembrado para a seleção de seu país. Nesta quarta, quando toda a Argentina estará voltada para o jogo entre Fluminense e Boca, uma boa atuação servirá para mostrar que Conca pode, sim, ter uma chance na sua seleção. Tímido e avesso às entrevistas, o jogador do Flu disfarça quando perguntado sobre a importância do jogo desta quarta para suas pretensões pessoais. O argentino prefere destacar o grupo, mas o sorriso quando se fala em seleção argentina é indisfarçável, embora contido. É bom lembrar que ele só tem 25 anos, e que ainda tem alguns anos pela frente para realizar seu sonho.- Não quero pensar em seleção, apenas no Fluminense. Não posso ficar pensando numa coisa que foge da minha alçada. Minha cabeça está voltada para a semifinal e para a camisa tricolor. Ser convocado ou não será uma consequência do meu trabalho aqui, então é nisso que tenho que focar. Por ter sido revelado no River, Conca sabe que será hostilizado pela torcida do Boca, mas garante que isso não afetará seu desempenho. O jogador também não teme a violência por parte dos adversários. - O Boca tem um time muito bom, todos sabem disso. Não creio que eles tenham que se utilizar desse artifício. Vai ser um jogo duro, disputado, mas na bola.

Felipe sofreu com racismo em Natal

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Goleiro foi provocado por torcedor do ABC depois da vitória por 1 a 0, no Frasqueirão. Em 2005, no Vitória, camisa 1 já tinha sofrido com isso
O goleiro Felipe foi vítima de um ato de racismo por parte de um torcedor do ABC, no último sábado, após a vitória do Corinthians por 1 a 0, pela Série B. Após a partida, depois de tomar banho, o camisa 1 voltou ao gramado para acompanhar os colegas que não entraram em campo e treinavam fisicamente. Foi neste momento que um torcedor do time de Natal começou a chamar Felipe de “macaco” e a mandá-lo “comer bananas”. O goleiro ignorou o fato, preferiu não pedir para ser relatado na súmula e apenas nesta segunda-feira, na reapresentação da equipe no Parque São Jorge, comentou o ocorrido. - Isso é a mesma coisa que bater em ponta de faca. Enquanto não tiver uma punição severa isso vai continuar. É claro que deixa a gente um pouco chateado, mas tem que tentar esquecer. Não foi a primeira nem a última vez que isso vai acontecer – declara o goleiro da equipe alvinegra. Em 2005, Felipe tinha protagonizado um caso de racismo ainda mais grave que esse do último sábado. Ainda pelo Vitória, o goleiro foi ofendido pelo então presidente do clube baiano Paulo Carneiro com várias frases de cunho racista. - Isso já tinha acontecido comigo antes e o cara ainda está solto. Isso está virando uma coisa normal. Isso é Brasil – finaliza Felipe.




Fla finalmente apresenta Dininho

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Zagueiro chega ao clube dizendo que o Rubro-Negro tem mais história do que o Palmeiras
A apresentação de Dininho, ex-Palmeiras, estava marcada para a última quarta-feira. Foi adiada seguidas vezes por causa dos exames médicos, mas nesta segunda o jogador finalmente vestiu a camisa do Flamengo. Depois de treinar na Gávea, o ele recebeu o uniforme das mãos do diretor de futebol do clube, Eduardo Manhães. Ao ser questionado por um jornalista sobre uma possível comparação que seu ex-clube, ele afirmou: - O Flamengo tem história e torcida maiores (do que o Palmeiras). Os jogadores desejaram sorte e acho que o clube tem tudo para ir bem no Campeonato Brasileiro. Temos qualidade para isso. O jogador, que estava sem espaço com Vanderlei Luxemburgo, foi indicado pelo técnico Caio Júnior, com quem trabalhou no Palmeiras, e ainda não tem previsão de estréia. A última partida dele foi no dia 16 de fevereiro, contra o Juventus.